Porque a vida não é um lugar comum. "Transmutar su carne en alma; luego su alma en sueño"

15
Nov 07
Neofilia sempre aqui houve, mas há coisas que não se podem aceitar. Good night, good luck.

"Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma". A teoria dos rearranjos atómicos anda a irritar-me solenemente (já agora, parece que esta teoria não partiu mesmo de Lavoisier, mas sim de Lomonosov, à semelhança do que aconteceu com o Evolucionismo e Darwin…). Não perdendo a linha de "raciocínio": acho a história do rearranjo atómico um delírio; coisa gira essa dos átomos serem uns doiditos que gostam de se abanar com oxigénio, darem asas à imaginação e arranjarem novas parelhas… Mas o simples facto de isso acontecer em tudo, não me agrada minimamente. Há coisas que se perdem (PONTO). E que se não se recuperam nos perdidos e achados da vida (ainda em tempo útil), não se podem transformar (PONTO). Porque caso se transformem, ficamos com os átomos da vida às avessas, e perdemos o norte. E não há oxigénio que nos valha, mesmo quando entramos com ele em combustão… Porque vai-se o oxigénio, as células cerebrais não conseguem pensar minimamente.É, literalmente, a acefalia. Não vale a pena fugir a esta inevitabilidade, porque é mesmo assim. Depende, em boa parte, da nossa capacidade de encaixe e aceitação… Há os que aceitam prontamente, os conformados. E há sempre os que se recusam, que vão a tudo quanto é perdido e achado na busca incessante. É melhor ser conformado?
O ponto de viragem de uma reacção também é um fenómeno deveras interessante, em que se descobre qual a quantidade necessária de determinado titulante para que haja uma alteração na substância a ser titulada… Ora em volumetria directa, não pode haver excesso de titulante… Finda a química da questão, vamos extrapolar: os excessos são rápidos e bons, mas devem ter limites (e são, por vezes passos limitantes em reacções (relações) humanas). Eu venero alguns excessos temporários, mas findo o regime e tendo sempre presente a finitude temporal (e a finitude do infinito de enredos), é viável retomar a vida fugral, regrada (a alimentação também deve ir de encontro a estes parâmetros)… Ou não?
Mais um facto curioso: numa escala de 0 a 20 valores, a experiência profissional arrecada, de acordo com uns critérios de classificação que só poderiam ser do ministério, 10,5. Tem toda a razão de ser que se valorize a experiência. Mas cómico mesmo é que um aluno de média 10 seja equiparável a outro de média 11, 12, 13, 20 (!!!). Ou seja, zero anos de experiência profissional e vai tudo corrido com um 9,5... Mãaaaaeeee, Paaaaaaiiiii: tive Suf menos...


Estas dissertações matinais esgotam-me as reservas de glicose. Preciso de um alimento de baixo índice glicémico, que me mantenha a glicemia estável por um bom período de tempo. Nada de absorções fugazes…Não me convém ter mais ressaltos hipo-hiper, não vá ficar com insuficiência de insulina (amor). Sempre soube ser séria demais. Ou não?


Altamente permeável:

"Something takes a part of me.

Something lost and never seen.

Everytime I start to believe,

Something’s raped and taken from me... from me.

Life’s got to always be messing with me.

Cant they chill and let me be free?

Cant I take away all this pain?

I try to every night, all in vain... in vain."





magnetizado por Bibs às 02:10

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