Porque a vida não é um lugar comum. "Transmutar su carne en alma; luego su alma en sueño"

07
Nov 07
Sim, é sempre a primeira vez. É sempre tão puro e bom como na primeiríssima vez em que a vi com olhos de ver... (mui nobre, leal e INVICTA)
Louie louie, zona 6, retro e vynil, ervanárias, cafés e tascas, bento jesus, farmácias, roupagens, novos&usados, devolutos, força astral, porto rio, árvore metálica incompleta (este ano é nossa, carago!), ferragens, o hotel do bar (...), livrarias poeirentas, o zé do bigode (e do pagode), o "mestre", cafés em tragos de delícia, palhaço que engoliu 1 metro cúbico de hélio, calçadas gastas, kurt renascido, chuck norris e michael jackson, metro de brincar, olhares repetidos, gestos prosaicos, bingo de vida, marteladas e chinfrim, vozes, banda sonora encantatória no deleite melodioso dos sinos...
Cinética e vida - amo até ao mais infinito.
A baixa no seu always trendy old fashioned way (My passionate way). Ténis de conforto nas ladeiras de colapso, num sobe e desce igual à vida, num pára-arranca, aos saltos entre passeios, para sorver até à última gota cada detalhe, a cor da fachada limpa, o tag que já ganhou, o muppie novo, o cardápio, o livro, os soquetes pechincha, o andy warhol, o porto a carvão... Um qualquer impulso que motiva a continuar o percurso. Mais fnac, vendas de rua, peripécias, pressa, azáfama, correria. Mais vida. Um ou outro lojista que cede ao Pai Natal de fenótipo chinês, na escalada interminável da escada de néon. Só derrotados pelo voraz apetite, mas logo logo, rendidos de novo, no novo "laço" que nos une (",)
Não cheira ao rigor da invernia, mas não se perde, de todo, o encanto.

P.S. Mantenho o desejo bizarro de acordar numas águas furtadas da baixa.

Mas a grande celebração é tua!!! Quando é que há tempo para festa??!


magnetizado por Bibs às 23:01

Inefável...

"Acordo na manhã de oiro
entre o teu rosto e o mar.
As mãos afagam a luz,
prolongam o dia breve.
Entre o teu rosto e o mar
ninguém deseja ser neve.
Ninguém deseja o veneno
da noite despovoada.
Acorda-me a tua voz,
nupcial, branca, delgada."

Eugénio de Andrade

magnetizado por Bibs às 08:20

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