Porque a vida não é um lugar comum. "Transmutar su carne en alma; luego su alma en sueño"

24
Ago 07
"Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer" Pois...

Horas de sono = 3...
Deixei-me embalar pelo revivalismo de entrar num bar (i)legal, que tem olhos para o porto todo...lindo. Bebi aquele chá, que jamais hei-de apagar dos sentidos, sentei-me no chão. E confesso, o tempo andou para trás. Pude mesmo activar o "rewind" (às tantas já referendaram sobre a matéria e, quando menos esperar, posso contar que (re)fiz o que deixei por fazer e que te disse tudo o queria). Qual dejá vu, qual quê! Senti-me nos 19, quando saíamos de casa às tantas, tu sussurravas a palavra mágica no intercomunicador e ficávamos por ali, entre livros de Eça e revistas Maria, tragos de vodka mal amados, fantasias de carnaval, até termos vontade de partir pa outro lugar (ainda te lembras? Sei que sim).


Quentes e boas (como esta torradinha que estou a trincar enquanto escrevo):


- Massive Attack no Coliseu do Porto, dia 18 de Setembro!!!! Trazem o Weather Underground, só espero que não se esqueçam "daquele" ábum de 98... (Mezzanine, para os incultos!) Join me?


- Li e tenho de partilhar: "Falta de sexo vicia em trabalho". Um estudo com 32.ooo almas concluiu que as que não têm relações sexuais satisfatórias (uns lamentáveis 35%) usam o trabalho pa se esquecerem desse (pequeno) "detalhe". Resultados extrapoláveis à nossa população activa? Acho curioso averiguar se o inverso também é verdade (fica a sugestão para 1 novo estudo).


- Registo aqui um dilema que tem assolado esta cabecinha pensadora: tendo em conta o mini-crash actual, a subida abrupta das taxas de juro, a comiseração do PSI20 e afins... o preço das casitas vai ter forçosamente de descer, certo? Bebo 1 líquido à saúde da liquidez dos bancos, porque me dilacera a ideia de pensar que podia ter poupado uns valentes trocos...


- Tenho notado que uso imenso advérbios, o que me deixa dramaticamente e incomensuravelmente decepcionada. Tudo o que é demais é moléstia... Mas vou tentar controlar o impulso.



E porque hoje é 6a (neste momento, tanto me faz)... mas é um pseudo pretexto, acaba-se de uma maneira bonitinha o primeiro post do dia. Vai uma declaração de amor??



Amo-te desde o primeiro raio de sol até ao cair do pano. Amo-te muito antes de saber o que isso era. Amo-te no trânsito frenético, ao som dos caprichos da rádio. Levo-te comigo para todo o lado. E sei que sempre que volto, continuas à minha espera. Amo-te da ribeira até à foz, na tua timidez única, de luzes esbatidas. Amo-te na arrábida, na ida ou no regresso do cinema. Respiro-te, porque me dás vida. Amo-te do cais de gaia, onde consigo absorver-te em mim. Amo-te na baixa, na sé, na praia, no parque da cidade,... Soube desde a primeira vez que queria chamar-te meu. Sei-o desde sempre. Amo-te pela forma graciosa e subtil como me deste e dás tudo, mesmo quando nada te pedi. Amo-te por me encheres o olhar. Amo-te até pela forma rude e vil com que me magoas e me tiras o que não podia perder. Mas sei que me dás de volta. Por tudo isto... és o meu Porto. Amo-te Porto...
magnetizado por Bibs às 11:04

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